Mensagem de Sabedoria

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Minha Árvore de Natal


Quisera, Senhor, neste Natal, armar uma árvore dentro do meu coração e nela pendurar, em vez de presentes, os nomes de todos os meus amigos!

Os amigos de longe e de perto. Os antigos e os mais recentes. Os que vejo cada dia e os que raramente encontro. Os sempre lembrados e os que, às vezes, ficam esquecidos. Os constantes e os intermitentes. Os das horas difíceis e os das horas alegres. Os que, sem querer, eu magoei ou sem querer, me magoaram. Aqueles a quem conheço profundamente e aqueles de quem não me são conhecidas a não ser as aparências. Os que pouco me devem e aqueles a quem muito devo.

Meus amigos jovens e meus amigos velhinhos. Meus amigos homens feitos e as crianças, minhas amiguinhas. Meus amigos humildes e meus amigos importantes.

Os nomes de todos os que já passaram pela minha vida. Aqueles a quem eu conheço sem me conhecerem e aqueles que me conhecem sem eu os conhecer. Que me admiram e me estimam sem eu saber, que eu estimo e admiro sem lhes dar a entender.

Uma árvore de raízes muito profundas para que os seus nomes nunca mais sejam arrancados do meu coração. De ramos muito extensos para que novos nomes, vindos de todas as partes, venham juntar-se aos existentes. De sombra muito agradável para que a nossa amizade seja um momento de repouso nas lutas da vida!

Pe. João Batista Megale

http://www.amelhoridade.kit.net/Sections/nataloracao.htm

quarta-feira, dezembro 13, 2006

O quadro


Um homem havia pintado um lindo quadro.
No dia da apresentação ao público, convidou várias pessoas para vê-lo.
Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, enfim, uma multidão.
Afinal, o pintor além de um grande artista era também muito famoso.

Chegado o momento, tirou-se o pano que velava o quadro. Houve caloroso aplauso.

Era uma impressionante figura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa.
Com o ouvido junto à porta, Ele parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia.

Houve discursos e elogios.
Todos admiravam aquela obra de arte.
Porém, um curioso observador, achou uma falha no quadro.
A porta não tinha fechadura.
E intrigado, foi perguntar ao artista...

– Sua porta não tem fechadura?
– Como se fará para abri-la?

Respondeu-lhe o artista:
– É assim mesmo.
– Esta é a porta do coração humano, só se abre pelo lado de dentro. Só você pode abrir a porta para que Jesus entre e faça morada no teu coração.

Mensagem retirada do site:
http://www.acampevida.com.br/conteudo/vis_mensagem.php?cod_men=35

terça-feira, dezembro 12, 2006

Deus ainda fala com as pessoas?


Um jovem espiritualista foi para o estudo da bíblia na residência de um casal amigo. Era noite de quinta-feira. O casal dividiu o estudo entre ouvir a Deus e obedecer a palavra do Senhor. O jovem não pode deixar de querer saber se "Deus ainda fala com as pessoas?".

Após o estudo, ele saiu para um café com os amigos que estavam na reunião familiar e eles discutiram mais um pouco sobre a mensagem da noite. De formas diversas eles falaram como Deus tinha conduzido suas vidas de maneiras diferentes.

Era aproximadamente 22 horas quando o jovem se despediu dos amigos e começou a dirigir-se para casa. Sentado no seu carro, ele começou a pedir:
– Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedecê-lo.

Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho, como se uma voz falasse dentro de sua cabeça: "Pare e compre um galão de leite". Ele balançou a cabeça e falou alto:
– Deus, é o Senhor?

Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa. Porém, novamente, surgiu o pensamento: "Compre um galão de leite". O jovem pensou em Samuel que mesmo não reconhecendo a voz de Deus, correu para ele.
– Muito bem, Deus! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite!

Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil. Ele poderia também usar o leite. O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa. Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido "Vire naquela rua". Isso é loucura, pensou e, passou direto pelo retorno. Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua. Meio brincalhão, ele falou alto:
– Muito bem, Deus. Eu o farei.

Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar. E ele brecou e olhou em volta. Era uma área mista de comércio e residência. Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança. Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa. Novamente, ele sentiu algo, "Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua". O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se.
- Senhor, isso é loucura. Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?. Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite. Finalmente, ele abriu a porta.

– Muito bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem. Eu quero ser obediente. Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui.

Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pôde ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança. A voz de um homem soou alto:
– Quem está aí? O que você quer?

A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir. Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pé na sua soleira.
– O que é? O jovem entregou-lhe o galão de leite.

– Comprei isto para vocês. O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto. Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha. O homem seguia-a segurando nos braços uma criança que chorava. Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando:
– Nós oramos. Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas rezei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite.

Sua esposa gritou lá da cozinha:
– Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco... Você é um anjo?
O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o nas mãos do homem. Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face. Ele experimentou que Deus ainda responde aos pedidos justos e verdadeiros.

Autor desconhecido

http://www.seducaoecomportamento.com.br/met162.htm

domingo, dezembro 10, 2006

Ruth e o Visitante Ilustre


Ruth olhou em sua caixa de correio, mas só havia uma carta. Pegou-a e a olhou antes de abri-la. Mas logo parou, para observar com mais atenção.

Não havia selo nem marcas do correio, somente seu nome e endereço. Ela decidiu ler a carta: "Querida Ruth. Estarei próximo de sua casa, no sábado à tarde, e passarei para visitá-la. Com amor, Jesus."

As mãos da mulher tremiam quando colocou a carta sobre a mesa. "Por que o Senhor vai querer visitar-me? Não sou ninguém especial, não tenho nada para oferecer-lhe..." - pensou.

Preocupada, Ruth recordou o vazio reinante nas estantes de sua cozinha. Ai, não!, não tenho nada para oferecer-lhe. Terei que ir ao mercado e comprar alguma coisa para o jantar." Ruth abriu a carteira e colocou o conteúdo sobre a mesa: R$ 15,40. "Bom, comprarei pão e alguma outra coisa, pelo menos."

Ruth colocou um abrigo e se apressou em sair. Um pão francês, um pouco de peru e uma caixa de leite... Ruth ficou somente com R$ 2,12 que deveriam durar até a segunda-feira. Mesmo assim, sentiu-se bem e saiu a caminho de casa, com sua humilde compra debaixo de um dos braços.- Olá, senhora, pode nos ajudar?

Ruth estava tão distraída pensando no jantar, que não viu as duas pessoas que estavam de pé no corredor. Um homem e uma mulher, os dois vestidos com pouco mais que farrapos.

- Olhe, senhora, não tenho emprego. Minha mulher e eu temos vivido ali fora na rua. Está fazendo frio e estamos sentindo fome. Se a senhora pudesse nos ajudar, ficaríamos muito agradecidos...

Ruth olhou para eles com mais cuidado. Estavam sujos e tinham mal cheiro e, francamente, ela estava segura de que eles poderiam conseguir algum emprego se quisessem.

Senhor, eu queria ajudar, mas eu mesma sou uma mulher pobre. Tudo que tenho são umas fatias de pão, mas receberei um hóspede importante para esta noite e planejava servir isso a Ele.
- Sim, bom, sim senhora, entendo... De qualquer maneira, obrigado respondeu o homem.

O pobre homem colocou o braço em volta dos ombros da mulher, e os dois se dirigiram para a saída. Ao vê-los saindo, Ruth sentiu um forte pulsar em seu coração.

- Senhor, espere! O casal parou e voltou à medida que Ruth corria para eles e os alcançava na rua. - Olhem, querem aceitar este lanche? Conseguirei algo para servir ao meu convidado - dizia Ruth, enquanto estendia a mão, com o pacote do lanche.

- Obrigado, senhora, muito obrigado.
- Obrigada - disse a mulher.

Foi aí que Ruth pôde perceber que a mulher tremia de frio.
- Sabe, tenho outro casaco em minha casa, tome este - ofereceu Ruth. Ela desabotoou o próprio casaco e o colocou sobre os ombros da mulher.

Sorrindo, voltou a caminho de casa... sem casaco e sem nada para servir a seu convidado. - Obrigado, senhora, muito obrigado - despediu-se, agradecido, o casal.

Ruth estava tremendo de frio quando chegou à porta de casa. Agora não tinha nada para oferecer ao Senhor. Procurou a chave rapidamente na bolsa, enquanto notava outra carta na caixa de correio.

"Que raro, o carteiro nunca vem duas vezes em um dia" - pensou. Ela então apanhou a carta e a abriu: "Querida Ruth. Foi bom vê-la novamente. Obrigado pelo delicioso lanche e pelo esplêndido casaco. Com amor, Jesus.”

O ar estava frio, porém, ainda sem se agasalhar, Ruth nem percebeu.

Autor desconhecido

http://www.portaldafamilia.org/artigos/texto013.shtml

sábado, dezembro 09, 2006

Não estrague o seu dia


A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o Sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia.
Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o Infinito Bem.

Francisco Cândido Xavier

http://www.kauzynha.hpg.ig.com.br/naoestragueoseudia.htm

sexta-feira, dezembro 08, 2006

Quanto mais alto se sobe numa escada, mais ela balança


Não se iluda. Quanto mais sucesso você tiver, quanto mais alto você subir, mais a sua escada balançará. Ou ela balançará pela altura ou porque os que estão embaixo a balançarão para fazer você cair. Essa é a vida. E como essa é a vida, não adianta reclamar. Não adianta querer ficar embaixo. Não adianta achar-se perseguido ou injustiçado. O remédio é não dar bola para a torcida e continuar subindo, degrau por degrau, segurando-se como puder e já sabendo que ela vai balançar.

O consolo é que só uma pessoa sobe na escada. Ela é única. Ela é vencedora porque conseguiu subir. Embaixo da escada tem um monte de gente igual, os perdedores. Eles são muitos. Assim, a alternativa é ser vencedor e subir ou ser perdedor e ficar embaixo junto com os perdedores. Opte por subir, por maior que seja o risco da escada balançar. Se você é empresário, arrisque subir. Diferencie sua empresa. Cuide da qualidade. Exija produtividade para que seus preços possam ser competitivos. Se você é funcionário ou executivo arrisque subir. Faça tudo com sentimento de fazer, com comprometimento e atenção aos detalhes. Queira subir. Suba!

Deixe os outros balançando a escada. Conheço muita gente que, com medo do balanço da escada, nem tenta subir. Fica embaixo. São pessoas que não tentam o novo. Ficam na mesmice. Não testam idéias inovadoras. São pessoas que desistem mesmo antes de começar. Nem tentam um novo cliente, um novo contrato, um novo fornecedor porque acham, de antemão, que não serão recebidos, que não venderão, que não terão sucesso. Não sobem na escada. São pessoas que com medo da crítica alheia não emitem suas opiniões. Ficam caladas.


Concordam para se manter seguras embaixo da escada. Não arriscam para conseguir algo novo. Subir na escada pode ser arriscado. Mas, lembre-se que toda grande obra é sempre aos olhos do mundo uma imprudência. Suba! Nesta semana, pense nisso. Onde você está? Em cima ou embaixo da escada? Pense em você como pessoa. Pense em você como profissional. Pense em você como alguém que está vivendo no século XXI. Pense se você não está acomodado ou acomodada embaixo da escada de sua vida. Não tenha medo de subir! Suba já!
Boa semana. Sucesso!

Luiz Marins, consultor

http://www.setcesp.org.br/noticiacompleta.asp?CodNoti=3082

quarta-feira, dezembro 06, 2006

Amar bonito


Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar:

Aprenda a fazer bonito seu amor. Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito.

Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender...

Tenho visto muito amor por aí.

Amores mesmo: bravios, gigantescos, escomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva.

Mas esbarram na dificuldade de se tornar bonitos.

Apenas isso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção.

Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.

Aí, esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais, de repente se percebem ameaçados e tão somente porque não sabem ser bonitos: cobram, exigem, rotinizam, descuidam, reclamam,deixam de compreender, necessitam mais do que oferecem, precisam mais do que atendem, enchem-se de razões.

Sim, de razões.

Ter razão é o maior perigo no amor.

Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão.

Nem queira!!!

Ter razão é um perigo: em geral, enfeia um amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada.

Amar bonito é saber a hora de ter razão. Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito?

De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível?

Talvez não. Cheio ou cheia de razões, você separa do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer.

Quem espera mais do que isso sofre e, sofrendo, deixa de amar bonito.

Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança.

E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.

Não tema o romantismo.

Derrube as cercas da opinião alheia.

Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama.

Saia cantando e olhe alegre.

Recomenda-se: encabulamentos, ser pego em flagrante gostando, não se cansar de olhar e olhar, não atrapalhar a convivência com teorizações, adiar sempre... se possível com beijos.

- 'aquela conversa importante que precisamos ter', arquivar, se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida.

Para quem ama, toda atenção é sempre pouca.

Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda a atenção possível.

Quem ama bonito não gasta tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.

Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós, pobres escritores que vemos a vida como criança de nariz encostado na vitrine cheia de brinquedos dos nossos sonhos);

Não teorize sobre o amor, ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.

Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade, abrir o coração, contar a verdade do tamanho do amor que sente; não dar certo e depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito). Jogue por alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabiamente eficazes (não é sábio ser sabido): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele que a vida impede de ser.

Seja você cantando desafinado, todas as manhãs.

Falando besteiras, mas criando sempre.

Gaguejando flores.

Sentindo o coração bater como no tempo de Natal infantil.

Revivendo os caminhos que intuiu em criança.

Sem medo de dizer eu quero, eu estou com vontade.

Deixe o seu amor ser a mais verdadeira expressão de tudo que você é.

Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto.

Não se preocupe mais com ele e suas definições.

Cuide agora da forma.

Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide de você.

Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz.

Arthur da Távola

http://www.meusonho.com.br/amor/171.htm

segunda-feira, dezembro 04, 2006

Prece irlandesa


Que a estrada se abra à sua frente,
Que o vento sopre levemente em suas costas,
Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
Que a chuva caia de mansinho em seus campos.
E até que nos encontremos de novo...
Que Deus lhe guarde nas palmas de suas mãos!
Amém.

http://www.cantinhodameiga.com/prece_irlandesa.htm

domingo, dezembro 03, 2006

Um dia



Um dia percebemos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem!

Você não só esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela...

Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...

Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...

Um dia percebemos que o comum não nos atrai...

Um dia saberemos que ser classificados como "o bonzinho", não é bom...

Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga, é a que mais pensa em você...

Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."

Um dia perceberemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...

Um dia perceberemos como aquele amigo faz falta, mas aí já é tarde de mais...

Enfim... Um dia descobriremos que apensar de viver quase 100 anos, esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para dizer tudo que tem de ser dito...

O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...

Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.

Mário Quintana

http://www.contandohistorias.com.br/shtml/2004311.shtml

sábado, dezembro 02, 2006

Amor e Perseguição


“As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas quando, na realidade, o amor é a recompensa por você ter resolvido os seus problemas”
Copiem. Decorem. Aprendam. Temos a mania de achar que amor é algo que se busca. Buscamos o amor nos bares, buscamos o amor na internet, buscamos o amor na parada de ônibus. Como num jogo de esconde-esconde, procuramos pelo amor que está oculto dentro das boates, nas salas de aula, nas platéias dos teatros. Ele certamente está por ali, você quase pode sentir seu cheiro, precisa apenas descobri-lo e agarrá-lo o mais rápido possível, pois só o amor constrói, só o amor salva, só o amor traz felicidade. Há quem acredite que amor é medicamento. Pelo contrário. Se você está deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproxima, e, caso o faça, vai frustrar sua expectativa, porque o amor quer ser recebido com saúde e leveza, ele não suporta a idéia de ser ingerido de quatro em quatro horas, como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da falta de auto-estima.

Você já ouviu muitas vezes alguém dizer: "Quando eu menos esperava, quando eu havia desistido de procurar, o amor apareceu". Claro, o amor não é bobo, quer ser bem tratado, por isso escolhe as pessoas que, antes de tudo, tratam bem de si mesmas.

O amor, ao contrário do que se pensa, não tem de vir antes de tudo. Antes de estabilizar a carreira profissional, antes de fazer amigos, de viajar pelo mundo, de curtir a vida. Ele não é uma garantia de que, a partir de seu surgimento, tudo o mais dará certo. Queremos o amor como pré-requisito para o sucesso nos outros setores, quando, na verdade, o amor espera primeiro você ser feliz para só então surgir, sem máscara e sem fantasia.

É esta a condição. É pegar ou largar. Para quem acha que isso é chantagem, arrisco-me a sair em defesa do amor: Ser feliz é uma exigência razoável, e não é tarefa tão complicada.

Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se autoflagelam por causa dos erros que cometem. Felicidade é serenidade. Não tem nada a ver com piscinas, carros e muito menos com príncipes (ou princesas!!) encantados (as).

O amor é o prêmio para quem relaxa. As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas quando, na realidade, o amor é a recompensa por você ter resolvido os seus problemas.

Marta Medeiros

http://www.denisej.hpg.ig.com.br/perseguir.htm