Mensagem de Sabedoria

sábado, março 13, 2010

Churrasco no ponto de vista da mulher e do homem


Do ponto de vista da mulher…

1 – A mulher vai ao supermercado comprar o que é necessário.

2 – A mulher prepara a salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa.

3 – A mulher tempera a carne e a coloca numa bandeja com os talheres necessários, enquanto o homem está deitado próximo à churrasqueira, bebendo uma cerveja.

4 – O homem coloca a carne no fogo.

5 – A mulher vai para dentro de casa para preparar a mesa e verificar cozimento dos Legumes.

6 – A mulher diz ao marido que a carne está queimando.

7 – O homem tira a carne do fogo.

8 – A mulher arranja os pratos e os põe na mesa.

9 – Após a refeição, a mulher traz a sobremesa e lava a louça.

10 – O homem pergunta à mulher se ela apreciou não ter que cozinhar e, diante do ar aborrecido da mulher, conclui que elas nunca estão satisfeitas.


Do ponto de vista do Homem

1 – Nenhum churrasqueiro, em sã consciência, iria pedir à mulher para fazer as compras para um churrasco, pois ela iria trazer cerveja ruim, um monte de bifes, asas de frango e uma peça de picanha de 4,8 kg que o açougueiro disse ser ‘Ótima’, pois não conseguiu empurrar para nenhum homem.

2 – Salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa, ela prepara só para as mulheres comerem. Homem só come carne e toma cerveja

3 – Bandeja com talheres? Só se for para elas. Homem que é homem come com as mãos.

4 – Colocar a carne no fogo? Ta louca? A carne tem que ir para a grelha ou para um espeto que, a propósito, tem que ser virado a toda hora.

5 – Legumes? Pra que?

6 – Carne queimando? O homem só deixa a carne queimar quando a mulherada reclama: ‘Não gosto de carne sangrando’; ‘Isto está muito cru’; ‘ta viva???’

7 – Após a décima vez que você oferece o mesmo pedaço que estava ao ponto uma hora antes, elas acabam comendo a carne tão macia quanto o espeto e tão suculenta quanto um pedaço de carvão.

8 – Pratos?

9 – Sobremesa? Ainda estou na cerveja….

10 – Lavar louça? Só usei meus dedos… E limpei na bermuda.

Texto retirado do site:
http://www.cogumelolouco.com/churrasco-no-ponto-de-vista-do-homem-e-da-mulher/

sexta-feira, março 12, 2010

Se um cão fosse seu professor


Você aprenderia coisas assim:
Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.

Nunca perca uma oportunidade de ir passear.

Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.

Sempre que puder tire uma soneca e se espreguice antes de se levantar.

Corra, brinque, pule diariamente.

Quando alguém que você ama chegar, corra para saudá-lo com alegria.

Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.

Quando for necessário, pratique a obediência.

Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.

Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.

Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.

Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado...volte e faça as pazes novamente.

Aproveite o prazer de uma longa caminhada.

Coma com gosto e entusiasmo, mas pare quando sentir que comeu o suficiente.

Se o que deseja está enterrado, cave até encontrar.

Seja leal.

Nunca pretenda ser o que você não é.

E o MAIS importante de tudo...
Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

Demonstre em todos os momentos que está feliz pelo fato de o outro/a estar simplesmente ali com você.

E NÓS PRECISAMOS APRENDER ISTO COM UM ANIMAL QUE, DIZEM, É UM SER IRRACIONAL!

Autor desconhecido

http://www.editora-opcao.com.br/ada267.htm

terça-feira, março 09, 2010

Escola de anjos


Era uma vez, há muitos e muitos anos, uma escola de anjos. Conta-se que naquele tempo, antes de se tornarem anjos de verdade, os aprendizes de anjos passavam por um estágio. Durante um certo período, eles saíam em duplas para fazer o bem e no final de cada dia, apresentavam aoanjo mestre um relatório das boas ações praticadas.

Aconteceu então, um dia, que dois anjos estagiários, depois de vagarem exaustivamente por todos os cantos, regressavam frustrados por não terem podido praticar nenhum tipo de salvamento sequer. Parece que naquele dia, o mal estava de folga. Enquanto voltavam tristes, os dois se depararam com dois lavradores que seguiam por uma trilha. Neste momento, um deles, dando um grito de alegria, disse para o outro:

- Tive uma idéia. Que tal darmos o poder a estes dois lavradores por quinze minutos para ver o que eles fariam? O outro respondeu:

- Você ficou maluco? O anjo mestre não vai gostar nada disto! Mas o primeiro retrucou:
- Que nada, acho que ele até vai gostar! Vamos fazer isto e depois contaremos para ele.

E assim o fizeram. Tocaram suas mãos invisíveis na cabeça dos dois e se puseram a observá-los. Poucos passos adiante eles se separaram e seguiram por caminhos diferentes. Um deles, alguns passos depois de ter se separado, viu um bando de pássaros voando em direção à sua lavoura, e passando a mão na testa suada disse:

- Por favor meus passarinhos, não comam toda a minha plantação! Eu preciso que esta lavoura cresça e produza, pois é daí que tiro o meu sustento. Naquele momento, ele viu espantado a lavoura crescer e ficar prontinha para ser colhida em questão de segundos. Assustado, ele esfregou os olhos e pensou: devo estar cansado e acelerou o passo. Aconteceu que logo adiante ele caiu ao tropeçar em um pequeno porco que havia fugido do chiqueiro.

Mais uma vez, esfregando a testa ele disse: você fugiu de novo meu porquinho! Mas, a culpa é minha, eu ainda vou construir um chiqueiro decente para você. Mais uma vez espantado, ele viu o chiqueiro se transformar num local limpo e acolhedor, todo azulejado, com água corrente e o porquinho já instalado no seu compartimento. Esfregou novamente os olhos e apressando ainda mais o passo disse

mentalmente: estou muito cansado! Neste momento ele chegou em casa e, ao abrir porta, a tranca que estava pendurada caiu sobre sua cabeça.

Ele então tirou o chapéu, e esfregando a cabeça disse: de novo, e o pior é que eu não aprendo. Também, não tem me sobrado tempo. Mas ainda hei de ter dinheiro para construir uma grande casa e dar um pouco mais de conforto para minha mulher.

Naquele exato momento aconteceu o milagre. Aquela humilde casinha foi se transformando numa verdadeira mansão diante dos seus olhos. Assustadíssimo, e sem nada entender, convicto de que era tudo decorrente do cansaço, ele se jogou numa enorme poltrona que estava na sua frente e, em segundos, estava dormindo profundamente. Não houve tempo sequer para que ele tivesse algum sonho. Minutos depois ele ouviu alguém pedir socorro:

- Compadre! Me ajude! Eu estou perdido! Ainda atordoado, sem entender muito o que estava acontecendo, ele se levantou correndo. Tinha na mente, imagens muito fortes de algo que ele não entendia bem, mas parecia um sonho. Quando ele chegou na porta, encontrou o amigo em prantos. Ele se lembrava que poucos minutos antes eles se despediram no caminho e estava tudo bem. Então perguntando o que havia se passado ele ouviu a seguinte estória:

- Compadre nós nos despedimos no caminho e eu segui para minha casa, acontece que poucos passos adiante, eu vi um bando de pássaros voando em direção à minha lavoura. Este fato me deixou revoltado e eu gritei:

- Vocês de novo, atacando a minha lavoura, tomara que seque tudo e vocês morram de fome! Naquele exato momento, eu vi a lavoura secar e todos os pássaros morrerem diante dos meus olhos! Pensei comigo, devo estar cansado, e apressei o passo. Andei um pouco mais e cai depois de tropeçar no meu porco que havia fugido do chiqueiro. Fiquei muito bravo e gritei mais uma vez:

- Você fugiu de novo? Por que não morre logo e pára de me dar trabalho?
Compadre, não é que o porco morreu ali mesmo, na minha frente. Acreditando estar vendo coisas, andei mais depressa, e ao entrar em casa, me caiu na cabeça a tranca da porta. Naquele momento, como eu já estava mesmo era com raiva, gritei novamente:

- Esta casa... Caindo aos pedaços, por que não pega fogo logo e acaba com isto? Para surpresa meu compadre, naquele exato momento a minha casa pegou fogo, e tudo foi tão rápido que eu nada pude fazer! Mas compadre, o que aconteceu com a sua casa? De onde veio esta mansão?

Depois de tudo observarem, os dois anjos foram, muito assustados, contar para o anjo mestre o que havia se passado. Estavam muito apreensivos quanto ao tipo de reação que o anjo mestre teria. Mas tiveram uma grande surpresa. O anjo mestre ouviu com muita atenção o relato, parabenizou os dois pela idéia brilhante que haviam tido, e resolveu decretar que a partir daquele momento, todo ser humano teria 15 minutos de poder ao longo da vida. Só que, ninguém jamais saberia quando estes 15 minutos de poder estariam acontecendo. Será que os 15 minutos próximos serão os seus? Muito cuidado com tudo o que você diz, como age e aquilo que pensa!

Autor desconhecido

www.microfone.jor.br/globo/escola_de_anjos.htm

quinta-feira, janeiro 31, 2008

Recomeçar (ou Faxina na alma)


Não importa onde você parou,
em que momento da vida você cansou,
o que importa é que sempre é possível
e necessário "Recomeçar".

Recomeçar é dar uma nova
chance a si mesmo.
É renovar as esperanças na vida
e o mais importante:
acreditar em você de novo.

Sofreu muito nesse período?
Foi aprendizado.

Chorou muito?
Foi limpeza da alma.

Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia.

Sentiu-se só por diversas vezes?
É por que fechaste a porta até para os outros.

Acreditou que tudo estava perdido?
Era o início da tua melhora.

Pois é!
Agora é hora de iniciar,
de pensar na luz,
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.

Que tal um novo emprego?
Uma nova profissão?
Um corte de cabelo arrojado, diferente?
Um novo curso,
ou aquele velho desejo de apender a pintar,
desenhar,
dominar o computador,
ou qualquer outra coisa?

Olha quanto desafio.
Quanta coisa nova nesse mundão
de meu Deus te esperando.

Tá se sentindo sozinho?
Besteira!
Tem tanta gente que você afastou
com o seu "período de isolamento",
tem tanta gente esperando apenas um
sorriso teu para "chegar" perto de você.

Quando nos trancamos na tristeza nem
nós mesmos nos suportamos.
Ficamos horríveis.
O mau humor vai comendo nosso fígado,
até a boca ficar amarga.

Recomeçar!
Hoje é um bom dia para começar
novos desafios.

Onde você quer chegar?
Ir alto.
Sonhe alto,
queira o melhor do melhor,
queira coisas boas para a vida.
pensamentos assim trazem para nós
aquilo que desejamos.

Se pensarmos pequeno,
coisas pequenas teremos.

Já se desejarmos fortemente o melhor
e principalmente lutarmos pelo melhor,
o melhor vai se instalar na nossa vida.

E é hoje o dia da Faxina Mental.

Joga fora tudo que te prende ao passado,
ao mundinho de coisas tristes,
fotos,
peças de roupa,
papel de bala,
ingressos de cinema,
bilhetes de viagens,
e toda aquela tranqueira que guardamos
quando nos julgamos apaixonados.
Jogue tudo fora.
Mas, principalmente,
esvazie seu coração.
Fique pronto para a vida,
para um novo amor.

Lembre-se somos apaixonáveis,
somos sempre capazes de amar
muitas e muitas vezes.
Afinal de contas,
nós somos o "Amor".

Paulo Roberto Gaefke

http://www.meuanjo.com.br/recomecar.php

quarta-feira, janeiro 30, 2008

A menina e o pássaro encantado


Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: Era encantado. Os pássaros comuns, se a porta da gaiola estiver aberta, vão embora para nunca mais voltar.

Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...

Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.

Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.

- Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. Trouxe, nas minhas penas, um pouco de encanto que eu vi, como presente para você...

E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do pássaro.

Outra vez voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.

-...Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.

Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago cações tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.

E de novo começavam as estórias.

A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia.

E o pássaro amava a menina, e por isso voltava sempre.

Mas chegava sempre uma hora de tristeza.

- Tenho que ir, ele dizia.

- Por favor, não vá, fico tão triste, terei saudades e vou chorar...

- Eu também terei saudades, dizia o pássaro. -- Eu também vou chorar. Mas eu vou lhe contar um segredo: As plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios... E o meu encanto precisa da saudade. Aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.

Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite.

Imaginando se o pássaro voltaria. E foi numa destas noites que ela teve uma idéia malvada.
- Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades, e ficarei feliz.

Com estes pensamentos comprou uma linda gaiola, própria para um pássaro que se ama muito. E ficou à espera.

Finalmente ele chegou; maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar.

Cansado da viagem, adormeceu.

Foi então que a menina, cuidadosamente, para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.

Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.

- Ah! Menina... Que é que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias...

Sem a saudade, o amor irá embora...

A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando, e o pássaro ia ficando diferente.

Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste. E veio o silêncio; deixou de cantar.

Também a menina se entristeceu. Não, aquele não era o pássaro que ela amava.

E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo...

Até que não mais agüentou.

Abriu a porta da gaiola.

- Pode ir, pássaro, volte quando quiser...

- Obrigado, menina, eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar. Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente. Sempre que você ficar com saudades, eu ficarei mais bonito.

Sempre que eu ficar com saudades, você ficará mais bonita. E você se enfeitará para me esperar...

E partiu. Voou que voou para lugares distantes. A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia.

- Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo...

E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos; e penteava seus cabelos, colocava flores nos vasos...

- Nunca se sabe. Pode ser que ele volte hoje...

Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro.

Porque em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar ele haveria de voltar.

Ah! Mundo maravilhoso que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se ama...

E foi assim que ela, cada noite ia para a cama, triste de saudade, mas feliz com o pensamento.

- Quem sabe ele voltará amanhã...

E assim dormia e sonhava com a alegria do reencontro.

Autoria de Rubens Alves

http://www.cvdee.org.br/ev_historiatexto.asp?id=134

domingo, janeiro 27, 2008

Oração de uma camponesa de Madagascar


Senhor!
Dono das panelas e marmitas!

Não posso ser a santa que
medita aos vossos pés.

Não posso bordar toalhas
para o vosso altar.

Então, que eu seja santa
ao pé do meu fogão.

Que o vosso amor esquente
a chama que eu acendi
e faça calar minha vontade
de gemer a minha miséria.

Eu tenho as mãos de Maria.
Mas quero também ter
a alma de Maria.

Quando eu lavar o chão,
Lavai, Senhor, os meus pecados.

Quando eu puser na mesa a comida,
Comei também, Senhor, junto conosco.

É ao meu Senhor que eu sirvo,
Servindo minha família.

Registrada pelo frei dominicano Raimundo Cintra

http://www.simplesmentebeijaflor.com/OracaoCamponesa.html

sábado, janeiro 26, 2008

O que um amigo pode


Eu não posso acabar com todos os seus problemas, dúvidas ou medos,
mas eu posso ouvir você e juntos podemos procurar soluções.

Eu não posso apagar as mágoas e as dores do seu passado
nem posso decidir qual será o seu futuro,
mas no presente eu posso estar com você se precisar de mim.

Eu não posso impedir que você leve tombos,mas posso oferecer minha mão para você agarrar e levantar-se.

Suas alegrias, triunfos, sucessos e felicidades não me pertencem,
mas seus risos e sorrisos fazem parte dos meus maiores bens.

Não é de minha alçada tomar decisões por você,
nem posso julgar as decisões que você toma,
mas eu posso apoiar, encorajar e ajudar se me pedir.

Eu não posso traçar ou impor-lhe limites,
mas posso apontar-lhe caminhos alternativos,
procurar com você medidas de crescimento, formas de encontrar-se,
meios de ser você mesmo sem medo da rejeição.

Eu não posso salvar o seu coração de ser partido pela dor,
pela mágoa, perda ou tristeza,
mas posso chorar com você e ajudá-lo a juntar os pedaços.

Eu não posso dizer quem você é ou como deveria ser:
eu só posso amá-lo e ser seu Amigo!

Autoria de Sílvia Schmidt

http://humancat.com/Coisas/queposso.htm